segunda-feira, janeiro 15, 2007

Eleição dos melhores Restaurantes de Lisboa

Lisboa À Prova”: já estão escolhidos os melhores ‘garfos’ da capital

No dia 13 de Janeiro, na Cordoaria Nacional, foram divulgados os resultados da primeira edição do concurso gastronómico “Lisboa À Prova”, iniciativa conjunta da CML e da ARESP - Associação da Restauração e Similares de Portugal.Após sete meses de competição, em que participaram 250 estabelecimentos, o júri, constituído por um grupo anónimo de elementos ligados ao sector da restauração, atribuiu a distinção máxima de ‘Três Garfos’ a nove restaurantes: Eleven, Galeria Gemelli, Luca, Na Ordem com... Luís Suspiro, O Poleiro, Pragma, Valle-Flôr, Terreiro do Paço e Varanda.
Foram também premiados com ‘Dois Garfos’ vinte e um restaurantes, e trinta premiados com ‘Um Garfo’.O público também participou, elegendo, através de votação telefónica, os seus favoritos. Em primeiro lugar ficou o Solar dos Nunes, seguindo-se do Espírito dos Tachos, e, em terceiro lugar, O Poleiro.

quinta-feira, janeiro 04, 2007

O Vinho da Madeira

Estive sem escrever desde 29 de Novembro. Espero escrever mais regularmente durante 2007. Para começar vou tentar ajudar o meu amigo João Plantier (http://www.joaoplantier.com/) a conhecer o Vinho da Madeira.


O vinho generoso da Madeira, à semelhança de muitos outros vinhos licorosos, como o Porto, o Marsalla, o Moscatel de Setúbal, etc., são obtidos a partir do sumo de uvas frescas que se deixa fermentar mais ou menos de forma a que reste algum açúcar residual, o qual vai condicionar o carácter doce ou mais seco do vinho assim preparado. Assim temos o Madeira Seco, o meio seco, o meio doce e o doce. Em baixo segue uma descrição maos gastronómica de cada um deles. Sobre o fabrico e a história deste vinho basta consultar o site do Instituto do Vinho da Madeira de onde extraí esta informação.


Hoje em dia, as castas mais utilizadas para a produção do vinho Madeira são o Sercial, o Verdelho, o Boal, a Malvasia e a Tinta Negra Mole.
O Sercial é a última casta a ser vindimada pois é a que produz o vinho mais seco.


O Vinho Madeira Seco
Excelente como aperitivo. Acompanha bem com azeitonas, amêndoas torradas, canapés de caviar ou de salmão fumado.
Vai igualmente muito bem com peixes fumados, como o salmão, o espadarte, o atum, a espada ou com mariscos, sushi, mousses de peixe, queijos frescos de cabra ou de ovelha.
Refrescante como Long drink, com água tónica, limão e gelo.

O Vinho Madeira Meio Seco
Excelente como aperitivo, combina na perfeição com azeitonas, amêndoas torradas e frutos secos, consomés, cremes com natas, sopa de cebola gratinada, presunto Serrano ou caça fumada, terrinas de caça e de requeijão, cogumelos com alho ou recheados, foie-gras e patés.

O Vinho Madeira Meio Doce
Este tipo de vinho é Harmonioso com frutos tropicais frescos, frutos secos, bolos e tartes de fruta.
O Boal jovem combina com queijo de pasta mole e o Boal velho com queijo curado, souflês de queijo ou de frutos silvestres, biscoitos de manteiga, chocolate de leite, pralines, petit-fours, bolos de creme e bolo de mel.
O Boal velho associa-se também na perfeição com tabaco de cachimbo e charutos.

O Vinho Madeira Doce
Combina com frutos tropicais, frutos secos, nozes e avelãs.
Além disso, combina também com bolos de frutos secos e tartes de fruta, bolo de mel, biscoitos de manteiga, chocolate escuro ou de leite, pralines e petit-fours.
Os queijos portugueses – Serra, Serpa, Azeitão, Rabaçal e Ilha - e os queijos azuis – Danish Blue, Roquefort, Stilton ou Gorgonzola também são óptimos com o Vinho Madeira doce.
Os Frasqueira vão muito bem com Puros havanas e tabaco de cachimbo.

quarta-feira, novembro 29, 2006

Ideias para o Natal da Companhia das Lezírias

O Natal aproxima-se e começa a correria pelas prendas para familiares e amigos. A Companhia das Lezírias lançou uma campanha de venda dos seus vinhos, azeites, arroz e outros produtos de qualidade que disponibiliza em vários tipos de combinações e embalagens e a preços convidativos. Consulte o site da CL para mais informações (Especial Natal 2006).

















terça-feira, novembro 14, 2006

Bolo Rei

Hoje estou de folga e fiz Bolo Rei. Segui uma receita da Sra. Maria de Lourdes Modesto que esta publicou no DN em Janeiro de 2005. Para além da receita tem também alguma história e comentários sobre o Bolo que se vai encontrando por aí.
Não deixei a massa descansar de um dia para o outro mas deixei a massa duplicar duas vezes antes de colocar no forno. Usei levedura fresca (cerca de duas vezes a quantidade da levedura seca da receita). Para além disso não encontrei as frutas cristalizadas tradicionais (laranja, cereja, abóbora, etc.) e acabei por usar papaia, pêra e ananás. O resultado foi um Bolo Rei para matar as saudades mas que pode ser melhorado acrescentando umas cascas de limão e laranja, um pouco mais de açúcar. Segue a receita retirada do artigo.
Para simplificar, usei levedura instantânea 1 colher de chá rasa que peneirei com 250 g de farinha. Batendo, juntei 2 colheres de leite, 1 colher de chá rasa de sal fino, 2 colheres de açúcar e misturei. Adicionei 2 ovos, misturei e depois juntei um terceiro ovo. Fiz isto numa máquina eléctrica. Agora a manteiga: parece muita, mas não é: 150 g, trabalhada à mão, não derretida e adicionada em bocadinhos. Estando homogénea, deitei a massa numa tigela, cobri com um pano e deixei levedar uma hora e 30 minutos. Nesta altura rompi a massa, isto é, meti-lhe a mão e puxei-a para cima. Fiz isto mais duas vezes a intervalos de duas horas. Coloquei num local fresco até ao dia seguinte. Polvilhei a mesa com farinha, e estendi a massa, à mão, formando um círculo sobre o qual espalhei 150 g de frutas cristalizadas e nozes picadas, pinhões e, evidentemente, a fava. Enrolei a massa em bola e coloquei-a num tabuleiro ligeiramente untado. Com os dedos, polegar e indicador, fiz um buraco no centro e deixei levedar mais uma hora e meia. Finalmente, pincelei com gema de ovo e levei a cozer em forno aquecido a 200º, cerca de meia hora.